Doente, cansada, fraca e assustada, muito assustada... é como me tenho sentido. Sem motivos aparentes (bem pelo contrário). Pois é, acho que só me resta pedir desculpa às pessoas com quem tenho convivido ultimamente pela minha péssima companhia... (isto de ser adolescente tem que se lhe diga!)

Bom, se a memória não me falha, ainda não dediquei um postzito à minha entrada na UTAD... pois é, posso dizer que até fiquei bem impressionada! Va-se lá saber porquê... o facto é que já não ponho a escrita em dia desde quinta-feira, e isso é bom sinal!

Embora estes dias não tenham sido suficientes para uma boa opinião formada, de ainda não estar metida nisto a 100%, de ter ficado doente... estou a gostar do que vejo! Colegas, doutores, curso... muito melhor do que estava à espera! =)

Espero aproveitar...

PS: "...abre a janela e veja eu sou o sooooooool..."


Voltei a ler o principezinho e lembrei-me de ti. E pensei que talvez possa guardar o que me deste para toda a vida, porque tu és, de facto, um dos únicos no mundo para mim...
"Sometimes I feel like I don't have a partner
Sometimes I feel like my only friend
Is the city I live in, the city of angels
Lonely as I am, together we cry

I drive on her streets 'cause she's my companion
I walk through her hills 'cause she knows who I am
She sees my good deeds and she kisses me windy
I never worry, now that is a lie.

Well, I don't ever want to feel like I did that day
Take me to the place I love, take me all the way
I don't ever want to feel like I did that day
Take me to the place I love, take me all the way, yeah, yeah,yeah

It's hard to believe that there's nobody out there
It's hard to believe that I'm all alone
At least I have her love, the city she loves me
Lonely as I am, together we cry

Well, I don't ever want to feel like I did that day
Take me to the place I love, take me all the way
Well, I don't ever want to feel like I did that day
Take me to the place I love, take me all the way, yeah, yeah,yeah
oh no, no, no, yeah, yeah
love me, i say, yeah yeah

(under the bridge downtown)
(is where I drew some blood)
is where I drew some blood

(under the bridge downtown)
(i could not get enough)
i could not get enough

(under the bridge downtown)
(forgot about my love)
forgot about my love

(under the bridge downtown)
(i gave my live away)
i gave my life away yeah, yeah yeah

(away)
no, no, no, yeah, yeah

(away)
no, no, i say, yeah, yeah

(away)
here i stay."

Red hot chili peppers/ under the bridge
"One of these days I know these words will go straight from my mouth to someone else's lips... and then we will smile, too..."

De repente, vi-me embalada por uma voz familiar, uma voz mais do que suave a que estava mais do que habituada. Luminosa que só ela! Não há fotos, mas pelo menos não perdi tempo com isso...


"When I find myself in times of trouble
Mother Mary comes to me
Speaking words of wisdom, let it be.
And in my hour of darkness
She is standing right in front of me
Speaking words of wisdom, let it be.
Let it be, let it be.
Whisper words of wisdom, let it be.

And when the broken hearted people
Living in the world agree,
There will be an answer, let it be.
For though they may be parted there is
Still a chance that they will see
There will be an answer, let it be.
Let it be, let it be. Yeah
There will be an answer, let it be.

And when the night is cloudy,
There is still a light that shines on me,
Shine on until tomorrow, let it be.
I wake up to the sound of music
Mother Mary comes to me
Speaking words of wisdom, let it be.
Let it be, let it be.
There will be an answer, let it be.
Let it be, let it be,
Whisper words of wisdom, let it be."

The Beatles/let it be

PS: Agora percebo o porquê dos mosquitos! ;)

[foto banhada recentemente fiu fiu]

A Carla e a Ritinha vão participar na regata a 7/8? (peço desculpa) Vão sim senhor! :D
"Era eu a convencer-te de que gostas de mim,
Tu a convenceres-te de que não é bem assim.
Era eu a mostrar-te o meu lado mais puro,
Tu a argumentares os teus inevitáveis.

Eras tu a dançares em pleno dia,
E eu encostado como quem não vê.
Eras tu a falar p'ra esconder a saudade,
E eu a esconder-me do que não se dizia.

Afinal...
Quebramos os dois afinal.
Quebramos os dois...

Desviando os olhos por sentir a verdade,
Juravas a certeza da mentira,
Mas sem queimar de mais,
Sem querer extingir o que já se sabia.

Eu fugia do toque como do cheiro,
Por saber que era o fim da roupa vestida,
Que inventara no meio do escuro onde estava,
Por ver o desespero na cor que trazias.

Afinal...
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois...

Era eu a despir-te do que era pequeno,
Tu a puxares-me para um lado mais perto,
Onde se contam histórias que nos atam,
Ao silêncio dos lábios que nos mata.

Eras tu a ficar por não saberes partir,
E eu a rezar para que desaparecesses,
Era eu a rezar para que ficasses,
Tu a ficares enquanto saías.

Não nos tocamos enquanto saías,
Não nos tocamos enquanto saímos,
Não nos tocamos e vamos fugindo,
Porque quebramos como crianças.

Afinal...

Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois...

É quase pecado que se deixa.
Quase pecado que se ignora."

Há vozes e vozes, e esta é uma que me sossega...

A "perda"

Da testa quente nascem lágrimas de perdição
O nariz sufoca cm o ar que antes respirava
e que agora só me toca de mansinho
como a lembrança de uma pessoa querida

"perdem-se" lágrimas
"perdem-se" almas

(...)

Chamem-me egoísta!

Nestes últimos dias tenho sentido tanta coisa diferente ao mesmo tempo... e é tão injusto tentar exprimir por palavras...
"We get it almost every night
When that moon is big and bright
It's a supernatural delight
Everybody's dancing in the moonlight

Everybody here is out of sight
They don't bark and they don't fight

They keep things loose they keep it tight
Everybody's dancing in the moonlight

Dancing in the moonlight
Everybody's feeling warm and bright
It's such a fine and natural sight
Everybody's dancing in the moonlight

We like our fun and we never fight
You can't dance and stay uptight
It's a supernatural delight
Everybody's dancing in the moonlight

We get it almost every night
And when that moon is big and bright
It's a supernatural delight
Everybody's dancing in the moonlight"

Muito bom...

Ouvi algures e... fiquei a modos que nostalgica...

"There is fiction in the space between
The lines on your page of memories
Write it down but it doesn't mean
You're not just telling stories

There is fiction in the space between
You and reality
You will do and say anything
To make your everyday life seem less mundane

There is fiction in the space between
You and me
There's a science fiction in the space between
You and me
A fabrication of a grand scheme
Where I am the scary monster
I eat the city and as I leave the scene
In my spaceship I am laughing
In your remembrance of your bad dream
There's no one but you standing

Leave the pity and the blame
For the ones who do not speak
You write the words to get respect and compassion
And for posterity
You write the words and make believe

There is truth in the space between
There is fiction in the space between
You and everybody
Give us all what we need
Give us one more sad sordid story
But in the fiction of the space between

Sometimes a lie is the best thing
Sometimes a lie is the best thing"

Porque ontem foi dia de xutos...



Huum... ah e tal, alguém gostou muito de ouvir esta música...

"O nosso amor de sempre
Brilhará, p'ra sempre
Ai, meu amor
O que eu já chorei por ti
Mas sempre
P'ra sempre
Vou gostar de ti

Juro, meu amor que sempre
Voltarei, p'ra sempre
Ai, meu amor
O que eu já chorei por ti
Mas sempre
P'ra sempre
Gostarei de ti

Ai, meu amor
O que eu já chorei por ti
Mas sempre
P'ra sempre
Vou gostar de ti"

E vocês, seus mouros...

Obrigada!!


Pelas francesinhas às 2 da manhã...
Pelas conversas parvas que só nós sabemos ter...
Pelas grandes pessoas que vocês são...
Pela grande companhia...
E pela kizombada!

Voltem sempre...

Alguém quer tomar conta de mim durante uns minutos? :(

A hora íntima

"Quem pagará o enterro e as flores
Se eu me morrer de amores?
Quem, dentre amigos, tão amigo
Para estar no caixão comigo?
Quem, em meio ao funeral
Dirá de mim: – Nunca fez mal...
Quem, bêbedo, chorará em voz alta
De não me ter trazido nada?
Quem virá despetalar pétalas
No meu túmulo de poeta?
Quem jogará timidamente
Na terra um grão de semente?
Quem elevará o olhar covarde
Até a estrela da tarde?
Quem me dirá palavras mágicas
Capazes de empalidecer o mármore?
Quem, oculta em véus escuros
Se crucificará nos muros?
Quem, macerada de desgosto
Sorrirá: – Rei morto, rei posto...
Quantas, debruçadas sobre o báratro
Sentirão as dores do parto?
Qual a que, branca de receio
Tocará o botão do seio?
Quem, louca, se jogará de bruços
A soluçar tantos soluços
Que há de despertar receios?
Quantos, os maxilares contraídos
O sangue a pulsar nas cicatrizes
Dirão: – Foi um doido amigo...
Quem, criança, olhando a terra
Ao ver movimentar-se um verme
Observará um ar de critério?
Quem, em circunstância oficial
Há de propor meu pedestal?
Quais os que, vindos da montanha
Terão circunspecção tamanha
Que eu hei de rir branco de cal?
Qual a que, o rosto sulcado de vento
Lançará um punhado de sal
Na minha cova de cimento?
Quem cantará canções de amigo
No dia do meu funeral?
Qual a que não estará presente
Por motivo circunstancial?
Quem cravará no seio duro
Uma lâmina enferrujada?
Quem, em seu verbo inconsútil
Há de orar: – Deus o tenha em sua guarda.
Qual o amigo que a sós consigo
Pensará: – Não há de ser nada...
Quem será a estranha figura
A um tronco de árvore encostada
Com um olhar frio e um ar de dúvida?
Quem se abraçará comigo
Que terá de ser arrancada?

Quem vai pagar o enterro e as flores
Se eu me morrer de amores?"
Bom... uns diazinhos fora, prainha boa, algumas gargalhadas das nossas... afinal, estava mesmo a precisar disto e não sabia. E morzinho, vai tudo correr bem, eu sei que és gaja pa resolver as coisas da melhor maneira... tou aqui sempre pa ti!





É verdade, faltava esta...


"A noite vem às vezes tão perdida
E quase nada parece bater certo
Há qualquer coisa em nós inquieta e ferida
E tudo o que era fundo fica perto
Nem sempre o chão da alma é seguro
Nem sempre o tempo cura qualquer dor
E o sabor a fim do mar que vem do escuro
É tantas vezes o que resta, do calor

Se eu fosse a tua pele
Se tu fosses o meu caminho
Se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho

Trocamos as palvras mais escondidas
Que só a noite arranca sem doer
Seremos cumplices o resto da vida
Ou talvez só até amanhecer
Fica tão fácil entregar a alma
A quem nos traga um sopro do deserto
Olhar onde a distância nunca acalma
Esperando o que vier de peito aberto

Se eu fosse a tua pele
Se tu fosses o meu caminho
Se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho"

Quanto a mim, um dos melhores de 2005...

Estou farta das palavras. Usamo-las tantas vezes que se tornam vulgares, perdem o sentido... às tantas, já não se sabe quais são as fortes, as menos fortes... as que ofendem e as que não ofendem... uma bandalheira tal, um labirinto em direcção ao infinito (que ainda estou a averiguar se é igual aos outros, com uma saída) que só posso querer uma coisa... SILÊNCIO!!
Ora bem, com essa onda tão positiva que anda por aí, fiquei tentada a postar uma coisinha mais optimista, até porque já começamos a ficar fartos do ar carrancudo deste meu blog. Apesar de neste momento não me sentir muito feliz, e contente, e aos pulos em cima da cama, e com tendências para ouvir música pimba, fui obrigada a admitir que as poucas vezes (ou muitas vezes, depende do ponto de vista, lá tá...) em que os dias nos fazem ver que esta vida até vale a pena, são de longe superiores aos "menos bons"...

E pensem meus amigos, precisamos precisamente desses para crescermos, claro está... relativamente aos bons, simplesmente uns extras, uma espécie de bónus... sim, porque também merecemos! :P E esses são tudo!! À que ser esperto e fazer desse bónus o próprio jogo... e vocês (Ana e Rita) estão num bom caminho!! E faxabor sejam miguinhas e esperem por mim! ;)
Quando pensarem em julgar alguém, olhem em primeiro lugar para trás das suas costas, nunca se sabe o que transportam consigo... lembrem-se, tudo é susceptível de se compreender...

E a música é porque até estou atenta às ironias desta nossa vida e dou por mim a pensar muitas vezes nisso... sinto-me uma marioneta... cada vez mais se desfazem "sonhos" e cada vez mais eles assumem assim uma aparência mais séria! desculpem-me mas é natural que tenha medo disto...



"An old man turned ninety-eight
He won the lottery and died the next day
It's a black fly in your Chardonnay
It's a death row pardon two minutes too late
Isn't it ironic... don't you think?

It's like rain on your wedding day
It's a free ride when you've already paid
It's the good advice that you just didn't take
Who would've thought... it figures

Mr. Play It Safe was afraid to fly
He packed his suitcase and kissed his kids good-bye
He waited his whole damn life to take that flight
And as the plane crashed down he thought
"Well, isn't this nice."
And isn't it ironic ... don't you think?

Well life has a funny way of sneaking up on you
When you think everything's okay and everything's going right
And life has a funny way of helping you out when
You think everything's gone wrong and everthing blows up
In your face

A traffic jam when you're already late
A no-smoking sign on your cigarette break
It's like 10,000 spoons when all you need is a knife
It's meeting the man of my dreams
And then meeting his beautiful wife
And isn't it ironic... don't you think?
A little too ironic.. and yeah I really do think...

Well life has a funny way of sneaking up on you
And life has a funny, funny way of helping you out
Helping you out"