É mais fácil lutarmos pelo que queremos quando gostamos mesmo do que queremos. E não, não me estou a contradizer.


Hoje irritei-me. Muito. É verdade, irritei-me, eu. E não queiram saber porquê. Não se aproximem de mim nos próximos dias.

Em jeito de resposta...

Ele - "ai tens um duende de peluche na tua cama... e já se passou alguma coisa?" (isto acompanhado de um piscar de olho nitidamente manhoso)

Não. Não, mas já que falas nisso acho que está na hora, afinal de contas, partilhamos a mesma cama faz já algum tempo. Falei com ele e começaremos amanhã mesmo com os toques e brincadeiras clássicas e daqui a uma semana, uma semana e um dia para ser mais precisa, passaremos então ao sexo selvagem... esclarecido?
Às vezes continuo-me a perguntar sobre a importância desmedida que tinham e têm para mim alguns professores... Os professores hoje em dia são vistos pelos miúdos como "uma seca", como bichos estranhos que só servem para levarem com papelinhos nas costas... mas por mim não! Desde a primária que para mim, professor é sinónimo de educador...e é aí que deve estar a minha resposta... hei-de ser mãe e continuar a sentir a mesma excitação que senti hoje ao ouvir uma antiga prof. a cantar... o raio da mulher consegue trazer ao de cima a criança que há em nós... mas não estou preocupada, pelo contrário...
Eu podia-vos falar do meu regresso a Vila Real e à minha vidinha de estudante que podia, mas não era a mesma coisa... em vez disso, hoje apetece-me escrever sobre atmosferas... não dos gases propriamente ditos (oooh), mas daqueles ambientes que nos envolvem, que mudam tão rápidamente e que variam nas mais diversas formas de acordo com o sítio, de acordo com as pessoas ou até de acordo com a música... agora percebo o verdadeiro significado da frase "sinto-me mais perto". Sabem que é possível sentir alguém, espreitar alguém, olhar para dentro de alguém sem sair de casa? Façam isso meus amores...
Pessoas minhas, se por alguma razão me querem mostrar o quanto gostam de mim, por favor acompanhem-me nisto:



ou nisto...



ou até mesmo nisto:

Rest in pieces...



Pois é meus amores, o primeiro filme de terror em 3D a passar em Portugal...


Engraçado como agora se vai tornando cada vez mais fácil estilhaçar aos poucos ainda que inconscientemente (mas fruto da merda da ociosidade), os nossos bens mais preciosos. Cacos também com o seu valor, é verdade, mas nem por isso deixam de ser cacos... difíceis de remendar. E o problema está aí, na habilidade de os voltar a colar e pobre de mim que sempre fui uma desajeitada...
Às vezes olho para as pessoas, e parece-me impossível que sejam sempre as mesmas. Como é que se muda ao ponto da aparência física não parecer igual? E não estou a falar da perda de uns quilos ou de uns quilos a mais, não! Falo de plásticas bem feitas que tornam as pessoas irreconhecíveis!