agrrr
Quero escrever. Quero mesmo escrever. Tanto que se me atrofia o cérebro por não me conseguir expressar como em tantas outras vezes. Tenho tanto para escrever dentro de mim... e isso tá-me a tirar o sono...
A personagem mais querida
Hoje foi este...
Como diz a minha riquíssima Mafalda Veiga, a vida não pára. E tem toda a razão. Não pára, dá muitas voltas, e por mais que, para mim, enterrar seja das coisas mais difíceis de se fazer (pá pesadaaaa), é inevitável. Uns morrem, suicidam-se e eu penso... o que é que se passa aqui afinal? Serei só eu a pensar que a coragem hoje em dia é cada vez mais rara...
Eu sei que poucas vezes mencionei o teu nome aqui. Sei também que gostavas que o tivesse feito... Felizmente tenho muitas pessoas que me são muito especiais, e de facto, mencionar só algumas delas não é justo... Foram tantos os momentos... tantas coisas que passamos juntas, quase todas dignas de registo. E porquê que eu não registei perguntas tu... simplesmente porque um blog é egoísta, eu também sou egoista... e quase tudo o que vem parar aqui são perturbações minhas... Posso-te dizer que as pessoas que mais amo neste mundo são os meus pais e nem por isso tenho um único post sobre eles. E eu Amo-te Joana, como Amo cada um dos meus amigos. Segundo sei, neste momento tens esperança que no fundo goste assim um bocadinho de ti, não é isso? Pois bem... deixa-me dizer-te (PROMETO que te vou mostrar também) que estás completamente enganada! Eu gosto muito de ti, e não é só no fundo... Posso não ter dito nada de jeito à bocado, posso ter-me engasgado toda, posso ter tado apavorada ao telefone... Mas é esta a verdade. Não quero que penses que me tou a tentar desculpar, até porque acho que já percebeste que eu também percebi o que querias dizer. Só me saiu um tens razão e realmente tens. Errei contigo, DESCULPA. Não pensei que isto se tornasse nesta dimensão... se calhar não mereço a tua amizade, mas mesmo assim espero que isto me sirva de lição... Obrigada.

Perhaps I had a wicked childhood
Perhaps I had a miserable youth
But somewhere in my wicked, miserable past
There must have been a moment of truth
For here you are, standing there, loving me
Whether or not you should
But somewhere in my youth or childhood
I must have done something good
Nothing comes from nothing
Nothing ever could
So somewhere in my youth or childhood
I must have done something good
For here you are, standing there, loving me
Whether or not you should
So somewhere in my youth or childhood
I must have done something good
Nothing comes from nothing
Nothing ever could
So somewhere in my youth
Or childhood
I must have done something...
Something good
[The Sound of Music - Somethings Good]
~
Sim, eu disse que não voltava a escrever tão cedo, mas vi-me obrigada a tentar descrever isto. Ontem fiquei a ver o The Sound of Music até às 6 e tal da manhã. Vejo isto sempre como se fosse a 1ª vez, e logo eu que não sou nada de me repetir. E chorei que nem um bébé! Chorei, chorei, chorei até me cansar, chorei até ter vomitado algumas emoções cá pa fora, até a minha garganta querer dar um nó cego... Depois sorri! Sorri porque afinal ainda sou eu, pequenina que sabe aquela banda sonora de cor. Ontem lembrei-me o porquê de este ser um dos filmes que mais me tocou...
Desafio Anynha
Família – A razão da minha existência.
Homem – Bem simples e jeitoso, como eu gosto.
Mulher – A minha prima.
Sorriso – O do Bé, que ainda não vi nenhum que brilhasse tanto.
Perfume – O que antecede o Verão... tantos...
Carro – Smart preto, citroen c1 cinza ou qualquer um que seja à minha medida.
Paixão – Cinema, música, Pessoas.
Amor – Sou gaja de muitos amores, felizmente... era parvoíce mencioná-los todos aqui.
Olhos – Verdes ou pretos. ADORO!
Sal – Do mar.
Chuva – Detesto chuva! Poe-me mal disposta...
Livro – A criança que não queria falar.
Filmes – É-me praticamente impossível fazer uma selecção... mas tenho um carinho muito especial pelo The Sound of Music.
Músicas – Ui...
Dinheiro – É secundário, mas que é necessário às vezes, é...
Silêncio – Aprecio bastante.
Solidão – Às vezes é bom...
Flor – Margarida!
Sonhos – Sou menina pa isso...
Cidade – NY
País – Portugal
Não viver sem – A minha famelga, os meus amigos, o meu miminho, os meus filmes, os meus livros... são tantas as coisas essênciais... e não precisam de ser grandes.
Nunca deixar de ser – Fiel.
Qualidades – Não me compete a mim dizê-lo.
Defeitos – Alguns...
Gostos - Muitos deles bem estranhos...
Não passarei – sem me auto-realizar...
Detesto - Egoísmo!
Pessoa - Cada uma é única para mim...
Passo a pasta aos seguintes:
- O meu refúgio
- all that i want
Homem – Bem simples e jeitoso, como eu gosto.
Mulher – A minha prima.
Sorriso – O do Bé, que ainda não vi nenhum que brilhasse tanto.
Perfume – O que antecede o Verão... tantos...
Carro – Smart preto, citroen c1 cinza ou qualquer um que seja à minha medida.
Paixão – Cinema, música, Pessoas.
Amor – Sou gaja de muitos amores, felizmente... era parvoíce mencioná-los todos aqui.
Olhos – Verdes ou pretos. ADORO!
Sal – Do mar.
Chuva – Detesto chuva! Poe-me mal disposta...
Livro – A criança que não queria falar.
Filmes – É-me praticamente impossível fazer uma selecção... mas tenho um carinho muito especial pelo The Sound of Music.
Músicas – Ui...
Dinheiro – É secundário, mas que é necessário às vezes, é...
Silêncio – Aprecio bastante.
Solidão – Às vezes é bom...
Flor – Margarida!
Sonhos – Sou menina pa isso...
Cidade – NY
País – Portugal
Não viver sem – A minha famelga, os meus amigos, o meu miminho, os meus filmes, os meus livros... são tantas as coisas essênciais... e não precisam de ser grandes.
Nunca deixar de ser – Fiel.
Qualidades – Não me compete a mim dizê-lo.
Defeitos – Alguns...
Gostos - Muitos deles bem estranhos...
Não passarei – sem me auto-realizar...
Detesto - Egoísmo!
Pessoa - Cada uma é única para mim...
Passo a pasta aos seguintes:
- O meu refúgio
- all that i want
Porque me apetece
O nosso amor morreu...
Quem o diria!
Quem o pensara mesmo ao ver-me tonta,
Ceguinha de te ver, sem ver a conta
Do tempo que passava, que fugia!
Bem estava a sentir que ele morria...
E outro clarão, ao longe, já desponta!
Um engano que morre... e logo aponta
A luz doutra miragem fugidia...
Eu bem sei, meu Amor, que pra viver
São precisos amores, pra morrer,
E são precisos sonhos pra partir.
E bem sei, meu Amor, que era preciso
Fazer do amor que parte o claro riso
De outro amor impossível que há-de vir!
Florbela Espanca
PS.: clicar aqui
Dêem lá um saltinho e vejam vocês, até porque acho que lhe vou passar o testemunho durante uns tempos que nao tou em condições para escrever seja o que for... qualquer coisinha vão aí... entretenham-se até ao meu regresso.
Quem o diria!
Quem o pensara mesmo ao ver-me tonta,
Ceguinha de te ver, sem ver a conta
Do tempo que passava, que fugia!
Bem estava a sentir que ele morria...
E outro clarão, ao longe, já desponta!
Um engano que morre... e logo aponta
A luz doutra miragem fugidia...
Eu bem sei, meu Amor, que pra viver
São precisos amores, pra morrer,
E são precisos sonhos pra partir.
E bem sei, meu Amor, que era preciso
Fazer do amor que parte o claro riso
De outro amor impossível que há-de vir!
Florbela Espanca
PS.: clicar aqui
Dêem lá um saltinho e vejam vocês, até porque acho que lhe vou passar o testemunho durante uns tempos que nao tou em condições para escrever seja o que for... qualquer coisinha vão aí... entretenham-se até ao meu regresso.
Fingir
Não serei a única a fingir
Toda a gente finge num momento
Uma mentira ou um sentimento
que podem não significar nada
apenas fingir...
Fingimos para sermos correctos, aceites
Fingimos porque nos apetece
Fingimos...
Quando não queremos pensar, fingimos
Para agradar, fingimos
Para nos preenchermos fingimos
Habituamo-nos a fingir para nos sentirmos e sermos sentidos
Tanto que finjo que sinto o que não sinto e sinto o que não finjo
É verdade ou será que também estou a fingir?
by me at 04.04 am
Toda a gente finge num momento
Uma mentira ou um sentimento
que podem não significar nada
apenas fingir...
Fingimos para sermos correctos, aceites
Fingimos porque nos apetece
Fingimos...
Quando não queremos pensar, fingimos
Para agradar, fingimos
Para nos preenchermos fingimos
Habituamo-nos a fingir para nos sentirmos e sermos sentidos
Tanto que finjo que sinto o que não sinto e sinto o que não finjo
É verdade ou será que também estou a fingir?
by me at 04.04 am
Numa noite
Engraçado que tudo me acontece "numa noite"! Numa noite sou a gaja mais feliz do mundo, na tarde a seguir alguém me acorda... Numa noite cantam para mim, na tarde a seguir dizem-me que não é só para mim que cantam... Numa noite pessoas parecem-me lindíssimas, na tarde a seguir já nem por isso... Enfim...
Cortejo
A vontade de ir não é muita, mas o querer ver amigos a despedirem-se da vidinha universitária, o querer estar com eles faz-me mexer o rabinho até lá. Um grande bem haja meus amores, felicidades e córage... muita córage...
Mais plágio. Hoje estou (quase) como tu...
"apercebi-me hoje que sou parte integrante das trevas. algo escuro que gostava de não o ser. sou entre a escuridão, o negro do meu caminho até aqui. o reino do silêncio. quebro uma promessa e escrevo. sorris como se guardasses um segredo. o segredo da felicidade. perdi a oportunidade de o aprender. olha. gostava que me ouvisses. mas não me podes sequer ver. sou a noite. que observa calada e lamenta. custa-me a tua beleza. como se ofuscasses a minha existência sem cor. um dia vou morrer - sentes a morte? todos os dias ela me toca no ombro, mas ainda não fui capaz de olhar para trás e encará-la. apenas sinto o gelo na minha pele. desta fortaleza de solidão. não serei capaz de afastar este destino de mim. o dia de hoje é essa prova. sou o escuro. não o preto dos teus cabelos. não o negro das tuas roupas. apenas a noite. que observa calada e lamenta."
Amigos às x = Família
4 pessoas. Um Martim e um espírito. Acho que hoje me senti com duas casas e com uma família que cresceu...
Oh meu Deus! Santa inocência...
"... tens um coração de 10 anos e uma cabeça de 30". Acham que isto é possível?
Subscrever:
Mensagens (Atom)






