"Era eu a convencer-te de que gostas de mim,
Tu a convenceres-te de que não é bem assim.
Era eu a mostrar-te o meu lado mais puro,
Tu a argumentares os teus inevitáveis.
Eras tu a dançares em pleno dia,
E eu encostado como quem não vê.
Eras tu a falar p'ra esconder a saudade,
E eu a esconder-me do que não se dizia.
Afinal...
Quebramos os dois afinal.
Quebramos os dois...
Desviando os olhos por sentir a verdade,
Juravas a certeza da mentira,
Mas sem queimar de mais,
Sem querer extingir o que já se sabia.
Eu fugia do toque como do cheiro,
Por saber que era o fim da roupa vestida,
Que inventara no meio do escuro onde estava,
Por ver o desespero na cor que trazias.
Afinal...
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois...
Era eu a despir-te do que era pequeno,
Tu a puxares-me para um lado mais perto,
Onde se contam histórias que nos atam,
Ao silêncio dos lábios que nos mata.
Eras tu a ficar por não saberes partir,
E eu a rezar para que desaparecesses,
Era eu a rezar para que ficasses,
Tu a ficares enquanto saías.
Não nos tocamos enquanto saías,
Não nos tocamos enquanto saímos,
Não nos tocamos e vamos fugindo,
Porque quebramos como crianças.
Afinal...
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois afinal,
Quebramos os dois...
É quase pecado que se deixa.
Quase pecado que se ignora."
A "perda"
Da testa quente nascem lágrimas de perdição
O nariz sufoca cm o ar que antes respirava
e que agora só me toca de mansinho
como a lembrança de uma pessoa querida
"perdem-se" lágrimas
"perdem-se" almas
(...)
O nariz sufoca cm o ar que antes respirava
e que agora só me toca de mansinho
como a lembrança de uma pessoa querida
"perdem-se" lágrimas
"perdem-se" almas
(...)
Chamem-me egoísta!
Nestes últimos dias tenho sentido tanta coisa diferente ao mesmo tempo... e é tão injusto tentar exprimir por palavras...
"We get it almost every night
When that moon is big and bright
It's a supernatural delight
Everybody's dancing in the moonlight
Everybody here is out of sight
They don't bark and they don't fight
They keep things loose they keep it tight
Everybody's dancing in the moonlight
Dancing in the moonlight
Everybody's feeling warm and bright
It's such a fine and natural sight
Everybody's dancing in the moonlight
We like our fun and we never fight
You can't dance and stay uptight
It's a supernatural delight
Everybody's dancing in the moonlight
We get it almost every night
And when that moon is big and bright
It's a supernatural delight
Everybody's dancing in the moonlight"
When that moon is big and bright
It's a supernatural delight
Everybody's dancing in the moonlight
Everybody here is out of sight
They don't bark and they don't fight
They keep things loose they keep it tight
Everybody's dancing in the moonlight
Dancing in the moonlight
Everybody's feeling warm and bright
It's such a fine and natural sight
Everybody's dancing in the moonlight
We like our fun and we never fight
You can't dance and stay uptight
It's a supernatural delight
Everybody's dancing in the moonlight
We get it almost every night
And when that moon is big and bright
It's a supernatural delight
Everybody's dancing in the moonlight"
Ouvi algures e... fiquei a modos que nostalgica...
"There is fiction in the space between
The lines on your page of memories
Write it down but it doesn't mean
You're not just telling stories
There is fiction in the space between
You and reality
You will do and say anything
To make your everyday life seem less mundane
There is fiction in the space between
You and me
There's a science fiction in the space between
You and me
A fabrication of a grand scheme
Where I am the scary monster
I eat the city and as I leave the scene
In my spaceship I am laughing
In your remembrance of your bad dream
There's no one but you standing
Leave the pity and the blame
For the ones who do not speak
You write the words to get respect and compassion
And for posterity
You write the words and make believe
There is truth in the space between
There is fiction in the space between
You and everybody
Give us all what we need
Give us one more sad sordid story
But in the fiction of the space between
Sometimes a lie is the best thing
Sometimes a lie is the best thing"
The lines on your page of memories
Write it down but it doesn't mean
You're not just telling stories
There is fiction in the space between
You and reality
You will do and say anything
To make your everyday life seem less mundane
There is fiction in the space between
You and me
There's a science fiction in the space between
You and me
A fabrication of a grand scheme
Where I am the scary monster
I eat the city and as I leave the scene
In my spaceship I am laughing
In your remembrance of your bad dream
There's no one but you standing
Leave the pity and the blame
For the ones who do not speak
You write the words to get respect and compassion
And for posterity
You write the words and make believe
There is truth in the space between
There is fiction in the space between
You and everybody
Give us all what we need
Give us one more sad sordid story
But in the fiction of the space between
Sometimes a lie is the best thing
Sometimes a lie is the best thing"
Porque ontem foi dia de xutos...


Huum... ah e tal, alguém gostou muito de ouvir esta música...
"O nosso amor de sempre
Brilhará, p'ra sempre
Ai, meu amor
O que eu já chorei por ti
Mas sempre
P'ra sempre
Vou gostar de ti
Juro, meu amor que sempre
Voltarei, p'ra sempre
Ai, meu amor
O que eu já chorei por ti
Mas sempre
P'ra sempre
Gostarei de ti
Ai, meu amor
O que eu já chorei por ti
Mas sempre
P'ra sempre
Vou gostar de ti"
E vocês, seus mouros...
Obrigada!!
Pelas francesinhas às 2 da manhã...
Pelas conversas parvas que só nós sabemos ter...
Pelas grandes pessoas que vocês são...
Pela grande companhia...
E pela kizombada!
Voltem sempre...
A hora íntima
"Quem pagará o enterro e as flores
Se eu me morrer de amores?
Quem, dentre amigos, tão amigo
Para estar no caixão comigo?
Quem, em meio ao funeral
Dirá de mim: – Nunca fez mal...
Quem, bêbedo, chorará em voz alta
De não me ter trazido nada?
Quem virá despetalar pétalas
No meu túmulo de poeta?
Quem jogará timidamente
Na terra um grão de semente?
Quem elevará o olhar covarde
Até a estrela da tarde?
Quem me dirá palavras mágicas
Capazes de empalidecer o mármore?
Quem, oculta em véus escuros
Se crucificará nos muros?
Quem, macerada de desgosto
Sorrirá: – Rei morto, rei posto...
Quantas, debruçadas sobre o báratro
Sentirão as dores do parto?
Qual a que, branca de receio
Tocará o botão do seio?
Quem, louca, se jogará de bruços
A soluçar tantos soluços
Que há de despertar receios?
Quantos, os maxilares contraídos
O sangue a pulsar nas cicatrizes
Dirão: – Foi um doido amigo...
Quem, criança, olhando a terra
Ao ver movimentar-se um verme
Observará um ar de critério?
Quem, em circunstância oficial
Há de propor meu pedestal?
Quais os que, vindos da montanha
Terão circunspecção tamanha
Que eu hei de rir branco de cal?
Qual a que, o rosto sulcado de vento
Lançará um punhado de sal
Na minha cova de cimento?
Quem cantará canções de amigo
No dia do meu funeral?
Qual a que não estará presente
Por motivo circunstancial?
Quem cravará no seio duro
Uma lâmina enferrujada?
Quem, em seu verbo inconsútil
Há de orar: – Deus o tenha em sua guarda.
Qual o amigo que a sós consigo
Pensará: – Não há de ser nada...
Quem será a estranha figura
A um tronco de árvore encostada
Com um olhar frio e um ar de dúvida?
Quem se abraçará comigo
Que terá de ser arrancada?
Quem vai pagar o enterro e as flores
Se eu me morrer de amores?"
Se eu me morrer de amores?
Quem, dentre amigos, tão amigo
Para estar no caixão comigo?
Quem, em meio ao funeral
Dirá de mim: – Nunca fez mal...
Quem, bêbedo, chorará em voz alta
De não me ter trazido nada?
Quem virá despetalar pétalas
No meu túmulo de poeta?
Quem jogará timidamente
Na terra um grão de semente?
Quem elevará o olhar covarde
Até a estrela da tarde?
Quem me dirá palavras mágicas
Capazes de empalidecer o mármore?
Quem, oculta em véus escuros
Se crucificará nos muros?
Quem, macerada de desgosto
Sorrirá: – Rei morto, rei posto...
Quantas, debruçadas sobre o báratro
Sentirão as dores do parto?
Qual a que, branca de receio
Tocará o botão do seio?
Quem, louca, se jogará de bruços
A soluçar tantos soluços
Que há de despertar receios?
Quantos, os maxilares contraídos
O sangue a pulsar nas cicatrizes
Dirão: – Foi um doido amigo...
Quem, criança, olhando a terra
Ao ver movimentar-se um verme
Observará um ar de critério?
Quem, em circunstância oficial
Há de propor meu pedestal?
Quais os que, vindos da montanha
Terão circunspecção tamanha
Que eu hei de rir branco de cal?
Qual a que, o rosto sulcado de vento
Lançará um punhado de sal
Na minha cova de cimento?
Quem cantará canções de amigo
No dia do meu funeral?
Qual a que não estará presente
Por motivo circunstancial?
Quem cravará no seio duro
Uma lâmina enferrujada?
Quem, em seu verbo inconsútil
Há de orar: – Deus o tenha em sua guarda.
Qual o amigo que a sós consigo
Pensará: – Não há de ser nada...
Quem será a estranha figura
A um tronco de árvore encostada
Com um olhar frio e um ar de dúvida?
Quem se abraçará comigo
Que terá de ser arrancada?
Quem vai pagar o enterro e as flores
Se eu me morrer de amores?"
Bom... uns diazinhos fora, prainha boa, algumas gargalhadas das nossas... afinal, estava mesmo a precisar disto e não sabia. E morzinho, vai tudo correr bem, eu sei que és gaja pa resolver as coisas da melhor maneira... tou aqui sempre pa ti!



É verdade, faltava esta...
"A noite vem às vezes tão perdida
E quase nada parece bater certo
Há qualquer coisa em nós inquieta e ferida
E tudo o que era fundo fica perto
Nem sempre o chão da alma é seguro
Nem sempre o tempo cura qualquer dor
E o sabor a fim do mar que vem do escuro
É tantas vezes o que resta, do calor
Se eu fosse a tua pele
Se tu fosses o meu caminho
Se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho
Trocamos as palvras mais escondidas
Que só a noite arranca sem doer
Seremos cumplices o resto da vida
Ou talvez só até amanhecer
Fica tão fácil entregar a alma
A quem nos traga um sopro do deserto
Olhar onde a distância nunca acalma
Esperando o que vier de peito aberto
Se eu fosse a tua pele
Se tu fosses o meu caminho
Se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho"



É verdade, faltava esta...
"A noite vem às vezes tão perdida
E quase nada parece bater certo
Há qualquer coisa em nós inquieta e ferida
E tudo o que era fundo fica perto
Nem sempre o chão da alma é seguro
Nem sempre o tempo cura qualquer dor
E o sabor a fim do mar que vem do escuro
É tantas vezes o que resta, do calor
Se eu fosse a tua pele
Se tu fosses o meu caminho
Se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho
Trocamos as palvras mais escondidas
Que só a noite arranca sem doer
Seremos cumplices o resto da vida
Ou talvez só até amanhecer
Fica tão fácil entregar a alma
A quem nos traga um sopro do deserto
Olhar onde a distância nunca acalma
Esperando o que vier de peito aberto
Se eu fosse a tua pele
Se tu fosses o meu caminho
Se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho"

Estou farta das palavras. Usamo-las tantas vezes que se tornam vulgares, perdem o sentido... às tantas, já não se sabe quais são as fortes, as menos fortes... as que ofendem e as que não ofendem... uma bandalheira tal, um labirinto em direcção ao infinito (que ainda estou a averiguar se é igual aos outros, com uma saída) que só posso querer uma coisa... SILÊNCIO!!
Ora bem, com essa onda tão positiva que anda por aí, fiquei tentada a postar uma coisinha mais optimista, até porque já começamos a ficar fartos do ar carrancudo deste meu blog. Apesar de neste momento não me sentir muito feliz, e contente, e aos pulos em cima da cama, e com tendências para ouvir música pimba, fui obrigada a admitir que as poucas vezes (ou muitas vezes, depende do ponto de vista, lá tá...) em que os dias nos fazem ver que esta vida até vale a pena, são de longe superiores aos "menos bons"...
E pensem meus amigos, precisamos precisamente desses para crescermos, claro está... relativamente aos bons, simplesmente uns extras, uma espécie de bónus... sim, porque também merecemos! :P E esses são tudo!! À que ser esperto e fazer desse bónus o próprio jogo... e vocês (Ana e Rita) estão num bom caminho!! E faxabor sejam miguinhas e esperem por mim! ;)
E pensem meus amigos, precisamos precisamente desses para crescermos, claro está... relativamente aos bons, simplesmente uns extras, uma espécie de bónus... sim, porque também merecemos! :P E esses são tudo!! À que ser esperto e fazer desse bónus o próprio jogo... e vocês (Ana e Rita) estão num bom caminho!! E faxabor sejam miguinhas e esperem por mim! ;)
Quando pensarem em julgar alguém, olhem em primeiro lugar para trás das suas costas, nunca se sabe o que transportam consigo... lembrem-se, tudo é susceptível de se compreender...
E a música é porque até estou atenta às ironias desta nossa vida e dou por mim a pensar muitas vezes nisso... sinto-me uma marioneta... cada vez mais se desfazem "sonhos" e cada vez mais eles assumem assim uma aparência mais séria! desculpem-me mas é natural que tenha medo disto...
"An old man turned ninety-eight
He won the lottery and died the next day
It's a black fly in your Chardonnay
It's a death row pardon two minutes too late
Isn't it ironic... don't you think?
It's like rain on your wedding day
It's a free ride when you've already paid
It's the good advice that you just didn't take
Who would've thought... it figures
Mr. Play It Safe was afraid to fly
He packed his suitcase and kissed his kids good-bye
He waited his whole damn life to take that flight
And as the plane crashed down he thought
"Well, isn't this nice."
And isn't it ironic ... don't you think?
Well life has a funny way of sneaking up on you
When you think everything's okay and everything's going right
And life has a funny way of helping you out when
You think everything's gone wrong and everthing blows up
In your face
A traffic jam when you're already late
A no-smoking sign on your cigarette break
It's like 10,000 spoons when all you need is a knife
It's meeting the man of my dreams
And then meeting his beautiful wife
And isn't it ironic... don't you think?
A little too ironic.. and yeah I really do think...
Well life has a funny way of sneaking up on you
And life has a funny, funny way of helping you out
Helping you out"
E a música é porque até estou atenta às ironias desta nossa vida e dou por mim a pensar muitas vezes nisso... sinto-me uma marioneta... cada vez mais se desfazem "sonhos" e cada vez mais eles assumem assim uma aparência mais séria! desculpem-me mas é natural que tenha medo disto...
"An old man turned ninety-eight
He won the lottery and died the next day
It's a black fly in your Chardonnay
It's a death row pardon two minutes too late
Isn't it ironic... don't you think?
It's like rain on your wedding day
It's a free ride when you've already paid
It's the good advice that you just didn't take
Who would've thought... it figures
Mr. Play It Safe was afraid to fly
He packed his suitcase and kissed his kids good-bye
He waited his whole damn life to take that flight
And as the plane crashed down he thought
"Well, isn't this nice."
And isn't it ironic ... don't you think?
Well life has a funny way of sneaking up on you
When you think everything's okay and everything's going right
And life has a funny way of helping you out when
You think everything's gone wrong and everthing blows up
In your face
A traffic jam when you're already late
A no-smoking sign on your cigarette break
It's like 10,000 spoons when all you need is a knife
It's meeting the man of my dreams
And then meeting his beautiful wife
And isn't it ironic... don't you think?
A little too ironic.. and yeah I really do think...
Well life has a funny way of sneaking up on you
And life has a funny, funny way of helping you out
Helping you out"
Por coincidência ou não, Jorge Palma... até na RTP!
Porque hoje faz sentido ou simplesmente porque alguém me disse que Palma não é para se ouvir... e eu concordo... e porque é dos poucos que consegue cantar alguns dos meus dias! Mesmo os diferentes... e esta é para ti, gajo:
"Deixa-me rir
Essa história não e tua
Falas da festa, do sol e do prazer
Mas nunca aceitaste o convite
Tens medo de te dar
E não e teu o que queres vender
Deixa-me rir
Tu nunca lambeste uma lágrima
Desconheces os cambiantes do seu sabor
Nunca seguiste a sua pista
Do regaço à nascente
Não me venhas falar de amor
Pois é, pois é
Há quem viva escondido a vida inteira
Domingo sabe de cor, o que vai dizer
Segunda feira
Deixa-me rir
Tu nunca auscultaste esse engenho
De que falas com tanto apreço
Esse curioso alambique
Onde são destilados
Noite e dia o choro e o riso
Deixa-me rir
Ou entao deixa-me entrar em ti
Ser o teu mestre so por um instante
Iluminar o teu refúgio
Aquecer-te essas mãos
Rasgar-te a mascara sufocante
Pois é, pois é
Ha quem viva escondido a vida inteira
Domingo sabe de cor, o que vai dizer
Segunda feira"
"Deixa-me rir
Essa história não e tua
Falas da festa, do sol e do prazer
Mas nunca aceitaste o convite
Tens medo de te dar
E não e teu o que queres vender
Deixa-me rir
Tu nunca lambeste uma lágrima
Desconheces os cambiantes do seu sabor
Nunca seguiste a sua pista
Do regaço à nascente
Não me venhas falar de amor
Pois é, pois é
Há quem viva escondido a vida inteira
Domingo sabe de cor, o que vai dizer
Segunda feira
Deixa-me rir
Tu nunca auscultaste esse engenho
De que falas com tanto apreço
Esse curioso alambique
Onde são destilados
Noite e dia o choro e o riso
Deixa-me rir
Ou entao deixa-me entrar em ti
Ser o teu mestre so por um instante
Iluminar o teu refúgio
Aquecer-te essas mãos
Rasgar-te a mascara sufocante
Pois é, pois é
Ha quem viva escondido a vida inteira
Domingo sabe de cor, o que vai dizer
Segunda feira"
Mais um desvaneio...
"Tento sempre ser o mais justa possível, não quer dizer que o consiga mas, pelo menos, tento! E claro que a definição de justiça é verdadeiramente subjectiva e varia individualmente... mas, a meu ver, eu tento ser! E isto tudo porque há coisas com as quais não sou capaz de concordar, com as quais não sou capaz de me identificar e nem de me calar!!!
Existem preconceitos contra os quais luto todos os dias, existem valores éticos e morais que defendo... só que depois há uma parte de mim totalmente leviana, impulsiva e precipitada... é como aquela velha imagem do anjo num ombro e do diabo no outro... e, claro está, nunca estão de acordo. Acabo por ceder muitas vezes à "tentação" e ir contra tudo e contra todos por um mero impulso, um desejo... precipito-me, erro e, pior ainda, nem sempre aprendo com os erros, voltando a cometê-los vezes sem conta! Chamem-me burra, chamem-me estúpida, mas acontece! É um conflito interior que me assola diariamente...
Tento pelo menos ser justa comigo, mesmo sabendo que poderei não o ser perante outros ou mesmo perante a sociedade... mas comigo sou ou, pelo menos, tento ser...
Enfim, talk talk e não chego a conclusão nenhuma... mais um devaneio desta mente perturbada..."
Como às vezes se fica sem palavras, à que recorrer a quem sente, mais ou menos, a mesma coisa que eu... Cá tá, é só isto...
Existem preconceitos contra os quais luto todos os dias, existem valores éticos e morais que defendo... só que depois há uma parte de mim totalmente leviana, impulsiva e precipitada... é como aquela velha imagem do anjo num ombro e do diabo no outro... e, claro está, nunca estão de acordo. Acabo por ceder muitas vezes à "tentação" e ir contra tudo e contra todos por um mero impulso, um desejo... precipito-me, erro e, pior ainda, nem sempre aprendo com os erros, voltando a cometê-los vezes sem conta! Chamem-me burra, chamem-me estúpida, mas acontece! É um conflito interior que me assola diariamente...
Tento pelo menos ser justa comigo, mesmo sabendo que poderei não o ser perante outros ou mesmo perante a sociedade... mas comigo sou ou, pelo menos, tento ser...
Enfim, talk talk e não chego a conclusão nenhuma... mais um devaneio desta mente perturbada..."
Como às vezes se fica sem palavras, à que recorrer a quem sente, mais ou menos, a mesma coisa que eu... Cá tá, é só isto...
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