sexta-feira, abril 10, 2015

Estou "presa" a um gajo que diz nanar. Era só isto.

quarta-feira, março 04, 2015

Ora, estando eu na fase de filtragem (a sério!) de amizades e convivendo todos os dias com o meu primo, mais novo do que eu quase 10 anos, olho para a minha pessoa de anos passados, quando tinha a idade do moço ( ou +/-), e  toco-me no que diz respeito à importância dos actos em vez das palavras. Tenho pena que aqueles "adoro-te muito", aqueles "para sempre" sejam só palavras e não amigos para a vida. Isso ele vai descobrir depois, mas isto para dizer que apesar de tudo amem! Dêem-se! As ilusões não vão fazer mossa mais tarde se amarem porque não se vão arrepender (não podem! Amaram!) ... E depois, vale sempre a pena, quanto mais não seja para descobrir quem é que vos calhou como amigo verdadeiro no final... Garanto-vos que é surpreendente...

quarta-feira, fevereiro 25, 2015

Restos de São Valentim

No início era atiradiço
A pensar que eu alinhava
Perguntou se tinha namorado
E com gostos idênticos pensou que me fisgava

A verdade é que não sei
A conversa pegou
A atracção entrou
E porque não? Alinhei

Afinal era boa pessoa, diferente
Cavaleiro com suiças e um grande escudo
Deslocado desde o princípio
Diferente de tudo

Passamos bons momentos
Fomos até à era medieval e ao Japão
Ouvimos boa música
E perdemo-nos nos jogos de acção

Também nos zangamos
Discutimos até à exaustão
Magoamo-nos um ao outro
Mas acabamos sempre por fortalecer a nossa relação

Isto tudo para dizer
Que há muito trabalho a fazer
Mas que sem o meu pateta
Ia ser bastante difícil viver

O amor é tudo na vida
E eu amo muita gente
É o ponto de partida
Para me tornar diferente

Concluo então que adoro o diferente
E apesar de amar muita gente
Ele que é o difícil, o calado, o jogador
No fim reúne em mim vários tipos de amor

terça-feira, fevereiro 03, 2015

Ai Benedict, Benedict...
Novo curso. Em luta, no fundo...
Dizia o outro que grande parte dos sonhos são "desejos oprimidos", e são. Sonhei com uma boa hora de conversas filosóficas com a minha professora de Inglês. E como eu gostava de as ter tido realmente... Ele era Deus, Pessoa e até Ética... Já vos falei que ela é-me familiar? E da minha panca com professores?
Anos e acho que só no outro dia é que percebi o porquê de estar contigo. Porque gosto do diferente. É isso.

quinta-feira, junho 27, 2013

Às vezes damo nos conta das realidades que varremos para debaixo do tapete, do atirar areia para os olhos quando despertamos com um filme intenso, já que a nossa vida real esta tão tapada pelos nossos vícios, pelos nossos prazeres que nao deixam que isto venha até nós de outra maneira a não ser assim, no tal filme intenso fruto do aborrecimento, tédio, ou ócio como aquele que nos leva a puxar de um cigarro. Ventos arrastam poeiras... Embora o lixo continue lá. Debaixo do tapete. Acho que devíamos limpar debaixo do tapete de vez em quando. Enquanto há vontade. Enquanto nos inspiram e nos dizem: "Ei! Tu aí! Que estás a fazer?"...

sábado, fevereiro 02, 2013

Antes de mais nada deixem-me dizer-vos que gosto muito deste miúdo, Ezra Miller (sim, também estou assustada com essa descoberta...) e depois, que estou feliz por ter viajado um bocadinho e... por ter ido buscar alguns sentimentos antigos. Obrigada. Hoje sinto-me francamente agradecida.



segunda-feira, janeiro 28, 2013

Às vezes estamos tão concentrados na nossa vista da perfeição que nos esquecemos que a perfeição pode ser relativa... Quando menos esperamos: "ups, afinal isto é perfeito...". Nota mental: Burra! Não te esqueças disso!

Adoro quando rabiscas...

quinta-feira, janeiro 10, 2013

Ando obcecada com mistérios impossíveis de resolver. Aceito-os ou dou as boas vindas à loucura? Afuuuuuu grsrsrsr***jbdagvrn*jgfjf

terça-feira, outubro 23, 2012

Pronto. Nunca pensei dizer isto, mas acho que começo a cansar-me de ver séries. É espectacular quando as vemos de vez em quando, mas quando isso é um vicio não tem piada nenhuma. Perde qualquer "clima" que possa trazer. É triste. Pasmem-se, nem ao cinema me tem apetecido ir. E se paro? Provavelmente irei contorcer-me toda cheia de soores frios... estúpidas regras da vida. Enquanto isso, vou acabar o Dexter.

quinta-feira, outubro 18, 2012

Voltando a ver o Super Pai, acho que percebo porque é que gostava daquilo... Acho!

quarta-feira, outubro 03, 2012

AAhhhh os "aprochegas"... sa foda o Verão.

segunda-feira, agosto 20, 2012

O Arrumadinho

O Arrumadinho tem sido, desde algum tempo, um dos blogues que leio. Veio através da Pipoca. A Pipoca teve piada, e continua a ter piada, embora já seja uma piada menos apaixonada. Não sei se sofreu uma evolução ou o contrário, mas a verdade é que vou muitas vezes parar a estes blogues sem saber porquê. Vício, cusquice ou outra coisa que não sei explicar talvez... foram muitos os posts que me deixaram a pensar (interessante a maneira como basta uma palavra de um desconhecido para nos deixar a pensar...). Acabei de ler o livro do Arrumadinho. É giro, pode abrir alguns olhos ou ser mais eficaz nesse sentido do que um conselho de amigo(a), mas as minhas experiências foram bastante diferentes, por exemplo. Infelizmente ou não, não sei. Contudo, não deixa de estar certo. Por um lado gosto quando as coisas fogem ao normal, por outro é meio desconfortável e toda a gente sabe que eu sou a pessoa mais preguiçosa do mundo (ainda a trabalhar nisso). É um desafio. De qualquer maneira, Arrumadinhos desta vida, obrigada por partilharem coisas vossas.

quinta-feira, maio 10, 2012

Hoje cheguei com vontade de escrever. Em primeiro lugar, aviso que me vou queixar da vida. Não da vida, vida... da minha. Eu tenho uma boa vida. Não tenho problemas de caracter extremo, mas, como não pode deixar de ser, tenho outro tipo de problemas. Outro tipo de preocupações. Neste momento, preocupa-me muito o "não sentir". Às vezes dou comigo a desejar umas marretadas (salvo seja) para ver se sinto alguma coisa. Não sei, para mim, a vida é maioritariamente as pessoas, e não sinto ninguém. Não me consigo apaixonar pelas pessoas, nem pelas que não conheço, nem pelas minhas. Isto revolta-me. E deixa-me frustrada e não sei que mais... Sei que amo algumas porque se diz que o amor se vê nalgumas coisas que costumo fazer e no que costumo ser. Mas a verdade é que... até que ponto se sabe ou se soube dizer o que é o amor realmente? E a verdade? Até que ponto devemos usá-la? Quanto a mim, a verdade é sobrevalorizada. É impossível vivermos só na verdade, e às vezes, algumas daquelas que magoam, e eu sublinho algumas, devem ser omitidas... Agora estão todos a pensar que sou uma aldrabona! Não. Detesto a mentira. Mas só a mentira no verdadeiro sentido da palavra. Às vezes chamamos mentira a muita coisa e não é. Isto a propósito de uma conversa com uma das minhas pessoas. A única que não sabe "mentir"/omitir (quando deve, vá)...