segunda-feira, maio 31, 2010

Tenho estado sempre ao lado da janela, a vigiar as pessoas e a vida. Parti-la e azangar para o outro lado implica uma socialização que me assusta. A janela abre-se quando lhe dá na gana. Acreditem, só a corrente de ar deixa-me em pânico. Sabem quando avistam a 100m alguém, alguma coisa que vos deixa a tremer, gelados, paralisados? É esse tipo de pânico. A chama de uma vela pode ser linda, mas vocês não são burros o suficiente para lhe porem as mãos, pois não? Também não posso tocar na vida, na minha ou noutra vida qualquer, por mais bonita que seja e por mais que às vezes eu queira. Deus! Não posso...

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